Publicada Resolução que aprova Plano de Recuperação de Reservatórios

A implementação das ações será a curto e longo prazo, em quatro frentes de atuação.

Foi publicada, nesta quarta-feira (10/08), no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nº 8/2022 que aprova o Plano de Recuperação dos Reservatórios de Regularização de Usinas Hidrelétricas do País (PRR), cuja elaboração foi determinada pela lei de desestatização da Eletrobras, a Lei nº 14.182/2021.

O Plano está estruturado em ações divididas em diferentes horizontes de implementação, de curto a longo prazo, e em quatro grandes frentes de atuação: Aspectos Físicos dos Reservatórios, Dinâmica de Operação dos Reservatórios, Planejamento da Operação e da Expansão do Sistema Integrado Nacional e Modelagem Matemática.




Dentre as próximas etapas previstas, e que antecederão sua implementação, está o estabelecimento de metas e indicadores globais de monitoramento no prazo de até 120 dias. Os indicadores serão postos pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em consulta pública, visando colher as contribuições da sociedade para aprimoramento da proposta e consolidá-la em até 210 dias, para ser apresentada ao CNPE. Ressalta-se que os trabalhos continuarão a ser desenvolvidos sob a ótica multisetorial, de forma a privilegiar tanto o suprimento energético nacional quanto a preservação dos usos da água.

Ao final, há a expectativa de que as iniciativas contribuam, ao longo de dez anos, com a recuperação gradual dos níveis de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas brasileiras. Outro objetivo é o aprimoramento da sinergia entre as avaliações do setor elétrico brasileiro e a gestão dos usos múltiplos das águas, o que resultará em benefícios à sociedade, em termos de segurança energética e hídrica, fomentando o desenvolvimento socioeconômico brasileiro e a geração de emprego e renda.




Tendo em vista o caráter estratégico para o País, alinhado aos princípios da previsibilidade e transparência, ao final de cada ciclo anual do PRR, será divulgado relatório de acompanhamento e monitoramento das ações em andamento bem como o impacto dessas, mensuradas de acordo com as metas estabelecidas.

O PRR foi desenvolvido pelo grupo de trabalho instituído a partir da Resolução CNPE nº 2/2022, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), com participação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

 

Acesse aqui o Plano de Recuperação dos Reservatórios de Regularização de Usinas Hidrelétricas do País (PRR).

Acesse aqui o Relatório final do GT-PRR.

Acesse aqui a Resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nº 8/2022.

 

Fonte Ministério de Minas e Energia.

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ONS prevê chuvas abaixo da média para o mês de agosto

Próxima semana terá pequena melhora, mas o mês deverá fechar abaixo da média histórica do período.

Informação divulgada ontem (29/07) pelo Operador Nacional de Sistemas (ONS) prevê para o mês de agosto um pequeno aumento da afluência de águas nas represas de três regiões do país. Apesar desse aumento na estimativa, em agosto as chuvas ficarão abaixo da média histórica em todas as regiões.

Para a região Norte a previsão para o período de 30 de julho a 05 de agosto está previsto que as afluências atinjam 89% da média histórica, nos sete dias anteriores o índice foi de 85%. Na região Sul o período anterior registrou 76% da média e agora a previsão é que chegue aos 80%.
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Faça um passeio virtual em 360° à Usina do Funil no Sul de MG

Construída num prazo recorde, está localizada na Bacia do Rio Grande, entre os municípios de Perdões e Lavras.

A Usina Hidrelétrica Engenheiro José Mendes Júnior, popularmente conhecida como Usina de Funil, foi inaugurada em 10 de dezembro de 2002 e desde março de 2015 faz parte do portfólio de usinas próprias da Aliança Energia. Fica localizada na Bacia do Rio Grande, na região Sul de Minas Gerais, entre os municípios de Perdões e Lavras. A Usina de Funil foi construída em um prazo recorde de 33 meses e sua primeira unidade geradora entrou em operação comercial aos 27 meses de implantação. As obras tiveram início em setembro de 2000 e foram encerradas em julho de 2003, com a entrega da terceira unidade geradora.

A Usina de Funil tem potência instalada de 180 MW com 84,6 MW de energia média assegurada em operação. Essa energia seria suficiente para abastecer uma cidade de aproximadamente 685 mil habitantes.

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